Avaliação do Risco da Doença de Alzheimer Nos Idosos Com Diabetes Mellitus

30 de março de 2022 por filipesoaresImprimir Imprimir

Avalia o risco de Alzheimer dos pacientes idosos com diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 2 na zona urbana de Mossoró/Rio Grande do Norte.


A população mundial tem enfrentado um processo de transição em sua estrutura etária, o qual resulta em uma população com o perfil demográfico mais envelhecido. Estima-se que em 2050 o número de pessoas com mais de 60 anos ultrapassará o de menores de 15 anos. O envelhecimento é uma passagem natural, que geralmente está associado a uma série de condições físicas e/ou psíquicas vulneráveis ao surgimento de doenças crônicas.

risco de Alzheimer

Dentre as principais doenças crônicas que acometem os idosos, destaca-se Diabetes Mellitus (DM) atingindo a população mundial na ordem de 387 milhões de pessoas e que, estima-se, alcance 471 milhões em 2035. Nos idosos a forma mais comum é Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) que corresponde a 90-95% dos casos diagnosticados. Mais da metade dos casos de DM2 poderiam ser evitados com o controle de peso, diminuição do sedentarismo e alimentação adequada.

DM2 caracteriza-se pelo alto desequilíbrio metabólico que pode levar ao aumento da atividade do sistema imunológico e, consequentemente, a elevação dos níveis de secreção de citocinas pró-inflamatórias, o que provoca uma neuroinflamação cerebral, que também é uma característica fisiopatológica típica da Doença de Alzheimer (DA). Alguns estudos comprovam que, além da inflamação, âmbos compartilham outras disfunções, como a sinalização de insulina defeituosa, a resistência à insulina, a redução do volume do hipocampo observado em ressonâncias magnéticas e o declínio cognitivo acelerado.

Entre algumas doenças crônicas que mais acometem os idosos estão aquelas relacionadas as demências, que além de comprometer os domínios cognitivo e funcional, causam prejuízos ao nível da comunicação e interação, que se configuram como obstáculos à autoexpressão e à inclusão social, suscetíveis de agravar e acelerar a trajetória de declínio e, por isso, incitar a institucionalização precoce. Estima-se que as demências de causa degenerativa correspondam a 80% dos quadros mais habituais na prática clínica e a DA representa entre 60-70%, a demência por Corpos de Lewy (DCLewy) entre 15-25% e a demência frontotemporal (DFT) com 15 a 22%.

Risco de Alzheimer

A Doença de Alzheimer consiste em uma síndrome cerebral degenerativa, marcada pela destruição irreversível de certos neurônios, de etiologia desconhecida que promove mudanças biológicas e sociais na vida dos indivíduos e de seus familiares. Apesar de acometer também pessoas jovens, possui maior incidência em maiores de 60 anos e suas consequências iniciam de forma silenciosa, atingindo níveis calamitosos de esquecimento, de modo que o paciente se torne totalmente dependente.

A Doença de Alzheimer atingiu cerca de 46,8 milhões de pessoas no mundo em 2015, as pesquisas indicam que esse número dobrará a cada 20 anos. Os investimentos direcionados para tratar as formas de demência são altos, em razão das dúvidas não respondidas pelos cientistas, que impedem uma cura efetiva. Todavia, as terapias moleculares envolvidas na sobrevivência dos neurônios passaram por avanços significativos, estudos provaram que a insulina, sob condições fisiológicas normais, transmite o sinal intracelular para a integridade das funções neuronais, mantendo o bom funcionamento do hipocampo. Dessa forma, quando a sinalização da insulina é deficiente, que é o caso da DM2, ocorre a morte de neurônios, dificultando o funcionamento sináptico.

Em contrapartida, ainda não há um consenso a respeito dos efeitos da DM2 sobre o desenvolvimento de alterações neuropatológicas da DA. Alguns testes observacionais aplicados em encéfalos de pacientes com DM2, considerando suas características funcionais, constataram que as alterações no reconhecimento da insulina contribuem para outras demências constituídas de mecanismos fisiopatológicos diferentes da DA.

Nesse contexto, a pesquisa teve como objetivo: avaliar o risco de Doença de Alzheimer de pacientes idosos, com diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 2 na zona urbana da cidade de Mossoró, Rio Grande do Norte, Brasil.

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