Distribuição Espacial e Temporal da Sífilis Congênita na População Potiguar

29 de junho de 2023 por filipesoaresImprimir Imprimir

Descreve a distribuição temporal e espacial dos casos confirmados de sífilis congênita no estado do Rio Grande do Norte, entre os anos de 2007 e 2017.


A sífilis congênita (SC) é transmitida pela bactéria Treponema pallidum por via vertical em qualquer fase do ciclo gravídico-puerperal, sendo apontada como a doença que apresenta as maiores taxas de transmissão e causa frequente de morbidade perinatal em casos não tratados. Pode provocar aborto espontâneo, ocasionar malformações nos recém-nascidos, como: cegueira, surdez, osteomielite sífilis, problemas neurológicos, entre outras ou ainda, ser causa de óbitos fetais intrauterinos.

Sifilis-Congenita

Foto: Secretaria de Saúde do Estado de Goiás.

A doença ainda é considerada um grave problema de saúde pública apesar de fácil diagnóstico e de possuir tratamento de baixo custo com eficácia comprovada e disponibilização gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS).
Dados epidemiológicos brasileiros de 2017 mostram que foram notificados 49.028 casos de sífilis em gestantes e 24.668 casos de sífilis congênita, onde 206 destes evoluíram para óbito. É também possível identificar que entre 2010 e 2017, a notificação compulsória da sífilis congênita passou por processo de elevação com consequente aumento nas taxas de incidência e de detecção de sífilis em gestante por mil nascidos vivos. O aumento foi de 2,4 para 8,6 e de 3,5 para 17,2 casos, respectivamente.
Ao observar esse crescimento, identifica-se a importância de diversas publicações, a exemplo de legislações, planos, manuais e protocolos por organismos nacionais e internacionais na busca pela diminuição da sífilis congênita na população.
No Brasil, a SC foi incluída no Sistema Informação de Agravos de Notificação (SINAN) quando passou a ser listada como doença de notificação compulsória em 1986 e a sífilis na gestação no ano de 2005. Essa vigilância tem por finalidade identificar os casos mais recorrentes para que possam ser criadas medidas de promoção, prevenção e controle da saúde, traçando o perfil epidemiológico, avaliando as ações já desenvolvidas para a eliminação da SC.
Nesse sentido, estudos de distribuição temporal e espacial desempenham papel primordial como ferramentas que permitem identificar as regiões e os anos com maior número de casos de sífilis congênita e sua incidência, possibilitando implementação de marcadores de prevenção, tratamento e melhor aplicação de recursos para controle. Assim, o estudo tem como objetivo descrever a distribuição temporal e espacial dos casos confirmados de sífilis congênita no estado do Rio Grande do Norte entre os anos de 2007 a 2017.
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