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Qualidade de Vida, Sintomas Depressivos e Adesão ao Tratamento de Pessoas com Hipertensão Arterial

A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma doença crônica que apresenta elevada morbimortalidade e constitui um dos principais fatores de risco modificáveis para as doenças cardiovasculares.

Adesão ao tratamento

Em 2014, o Brasil apresentava cerca de 126 milhões de pessoas com HAS cadastradas. Dessas, em torno de 100 milhões residiam na zona urbana. No mesmo período, foram registradas pouco mais de um milhão de internações por doenças do aparelho circulatório. Dessas, em torno de 75 mil por complicações decorrentes da HAS essencial ou primária. O que representou a sexta maior causa de internação entre as doenças do aparelho circulatório, gerando um gasto de aproximadamente 26 milhões de reais aos cofres públicos.

Adesão ao tratamento

As mudanças impostas pela doença crônica na vida das pessoas podem se refletir negativamente na qualidade de vida. No contexto do indivíduo com HAS. Os domínios da qualidade de vida que têm sido identificados como mais comprometidos são Capacidade funcional, Aspectos físicos e Vitalidade.

Além disso, estudos também têm pesquisado a relação da QV com a depressão, assim como com a adesão ao tratamento medicamentoso. A depressão [1] pode interferir negativamente na QV de pessoas com hipertensão arterial sistêmica [2], como também a baixa adesão ao tratamento pode estar associada à pior qualidade de vida e à depressão. Assim, considerando a elevada prevalência e morbidade associada à Hipertensão Arterial. A relação entre QV, depressão e adesão ao tratamento. O número reduzido de artigos desenvolvidos com essa temática. O presente estudo teve como objetivo avaliar a qualidade de vida a presença de sintomas depressivos e a adesão ao tratamento medicamentoso de pessoas com HAS acompanhadas por uma Equipe de Saúde da Família (ESF) do município de Aracaju, estado de Sergipe.

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