18/05/2018

Práticas Seguras Para Administração de Medicamentos

Constrói e valida um instrumento de avaliação do processo de administração de medicamentos.

Administração de medicamentos errada causa prejuízos para toda cadeia de profissionais e instituições envolvidas no contexto hospitalar.

Práticas Seguras Para Administração de Medicamentos - biblioteca virtual enfermagem

A gestão do sistema de medicação pelos estabelecimentos de assistência à saúde (EAS) é de relevância ímpar. Sobretudo quando se sabe que em alguns países o gasto anual com hospitalizações adicionais. Litígio. Entre outros. Decorrentes dos erros de medicação (EM) é da ordem de US$ 6 a US$ 29 bilhões. Esses dados tornam evidentes. Não somente o impacto financeiro e a depreciação da imagem dos EAS. Como também as possíveis repercussões causadas a cada paciente e família lesada.

Equipe de Enfermagem

O processo em que há maior participação da equipe de enfermagem é o de administração de medicamentos e, por isso, destaca-se a imprescindibilidade do enfermeiro. Como gestor do cuidado. Conhecer políticas públicas voltadas à segurança do paciente, medidas de prevenção e redução de erros e custos. Vale lembrar também que fazer a gestão do sistema de medicação requer planejamento e avaliação contínua da qualidade para que todos os pacientes tenham resguardado seu direito a não sofrer danos.

Sobre o que trata este estudo

Esse estudo teve como objetivo a construção e validação de um instrumento de avaliação do processo de administração de medicamentos, baseado no “Protocolo de segurança da prescrição, uso e administração de medicamentos”, do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP).

Não há na literatura nenhum instrumento validado em língua portuguesa e que seja especifico para a avaliação da segurança do processo de administração de medicamentos como o proposto no presente trabalho. O produto final desse estudo considera os princípios de utilidade, oportunidade, factibilidade, confiabilidade, objetividade e direcionalidade para que possa ser utilizado pelos EAS brasileiros de forma autoaplicável, permitindo o monitoramento e implantação de melhorias nos processos de trabalho que interferem diretamente na ocorrência de erros de administração de medicamentos.




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