Potencial Doador Cadáver: Causas Da Não Doação De Órgãos

13 de fevereiro de 2019 por Imprimir Imprimir


O conceito tradicional de morte definida como o instante do cessamento dos batimentos cardíacos tornou-se obsoleto. Hoje, ela é vista como um processo e não mais como um momento, ou evento. A revisão do seu conceito, definindo-a como morte encefálica, tornou-se necessária devido a diversos fatores. Dentre esses fatores se encontram a capacidade da medicina de prolongar uma vida por meios artificiais, e o fato de as cirurgias de transplantes exigirem órgãos em perfeitas condições de vitalidade, para o seu sucesso. Devido a grandes listas de esperas, é de grande importância enfatizar as pessoas a terem interesse na doação de órgãos.

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Doação de órgãos

A retirada de órgãos para fins de transplante e tratamento é regulamentada por lei. Acima de tudo só poderá ser autorizada após a realização, no doador, de todos os testes de triagem diagnóstica. Sua notificação à Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos e Tecidos é obrigatória da mesma forma para absolutamente todos os estabelecimentos de saúde, independentemente da intenção familiar de doação ou da condição clínica.

O trabalho mostra-se relevante também pela sensibilização dos profissionais de saúde, da população, da família e dos futuros doadores para a doação humanitária de órgãos no Estado e no País. Logo, este estudo objetivou conhecer as causas da não concretização da doação de órgãos de potenciais doadores.

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