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Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem

Cultural e socialmente, o cuidado à saúde do homem ainda é compreendido como uma dimensão do feminino e que prioriza as diferentes vulnerabilidades expressas pelos segmentos sociais e seus processos de saúde doença. Em que pese que o sistema de saúde tem buscado trabalhar a atenção à saúde considerando a universalidade, a integralidade e a equidade, o imaginário simbólico ainda reafirma o cuidado como lugar feminino, excluindo assim a dimensão do masculino.

Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem [1]

É recente o olhar sobre a saúde dos homens, reconhecendo-os para além de “contaminadores” e “violadores”, e trazendo-os para a cena como sujeitos e objetos do cuidado a partir de suas vulnerabilidades como homens diversos. Os homens, mesmo sendo uma população que apresenta os piores indicadores de morbimortalidade, geralmente não possuem o hábito de procurar os serviços de saúde para realizar atividades de prevenção e de autocuidado. Por estes e outros fatores, que você irá conhecer, ao longo deste curso, que reconhecemos a importância de lançar um olhar específico para este segmento populacional que abarca, por meio do SUS, um contingente de mais de 100 milhões de homens em território brasileiro (IBGE, 2015).

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Deste montante, cerca de 60 milhões estão na faixa etária entre 20 a 59 anos, constituindo o foco principal desta política. Neste contexto, convidamos você, profissional de saúde, a aprofundar seus conhecimentos, revisitando princípios e diretrizes do SUS e da Política Nacional da Atenção Básica [5] (PNAB), porta de entrada prioritária aos serviços de saúde.

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