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Prática Recomendada Máscaras de Proteção Respiratória Para Uso Não Profissional Guia de Requisitos Básicos Para Métodos de Ensaio, Fabricação e Uso

O surto de COVID-19, no início de 2020. Trouxe desafios crescentes do ponto de vista de saúde pública, tolhendo vidas, destruindo economias e alterando o comportamento social e individual de populações inteiras, para fazer frente a essa ameaça.

Máscaras de proteção respiratória de uso não profissional

Entretanto, ao longo da pandemia corrente de COVID-19 [1], percebeu-se que os países em que o uso de máscaras de proteção respiratória é disseminado pela população, como Japão, Coreia do Sul, Taiwan e a região autônoma de Hong Kong, entre outros, apresentaram curvas de disseminação mais lentas da doença do que os países em que esse hábito não existia.

Máscaras de proteção respiratória de uso não profissional

Portanto, dentro do conjunto de medidas protetivas, o uso correto de um simples dispositivo de proteção individual, como a máscara de proteção respiratória [2] para uso não profissional, pode contribuir para salvar vidas e reduzir o custo social e humano da pandemia de COVID-19. Assim como para reduzir a disseminação de outros agentes infecciosos, se combinado com as demais medidas de higiene, de distanciamento social e de saúde pública.

A Prática Recomendada ABNT 1002. Pretende oferecer à sociedade brasileira um guia informativo para produção e fabricação de máscaras de proteção respiratória para uso não profissional, assim como para orientação para o seu uso correto, lavagem, reuso e descarte.

Espera-se, com esta Prática Recomendada ABNT, contribuir para que novos produtores possam incrementar a oferta de máscaras de proteção respiratória para a sociedade brasileira, com fabricação industrial em série ou mesmo com fabricação artesanal individual, e desta forma somar esforços com os agentes públicos e privados envolvidos nesta batalha global.

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