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Dificuldades No Atendimento Às Urgências e Emergências Psiquiátricas No Serviço De Atendimento Móvel De Urgência

Nos primórdios da Enfermagem psiquiátrica. O modelo de tratamento utilizado com os usuários em sofrimento psíquico era realizado em instituições asilares. Como resultado o cuidar nesses locais se baseava na sujeição dos internos. Predominando o confinamento e contando com relatos de maus-tratos e um atendimento desumano. As práticas desenvolvidas pelos profissionais da saúde e enfermagem constituíam-se na vigilância constante do sujeito em sofrimento psíquico.

DIFICULDADES NO ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS PSIQUIÁTRICAS NO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA [1]

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Emergências Psiquiátricas

A Reforma Psiquiátrica no Brasil. No final da década de 70 e início da década de 80. Aconteceu em decorrência da crise do modelo hospitalar, regido por métodos pragmáticos. Restringia o doente mental do convívio devido a família e a sociedade e impossibilitando-o de exercer sua cidadania. O hospital psiquiátrico neste contexto enquanto arcaico era a única alternativa de tratamento, o qual facilitava a cronicidade e exclusão dos doentes mentais. Os esforços movidos pela sociedade, familiares e profissionais da saúde, possibilitaram a mudança da forma de cuidar, de tratar e conviver com a problemática da loucura.

O Ministério da Saúde considera que a rede de saúde mental deve ser constituída por vários serviços assistenciais de acordo com os critérios populacionais e as demandas do município. Esta rede pode contar com ações de saúde mental na atenção básica, Centros de Atenção Psicossocial (CAPS [5]), Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT [6]), leitos em hospitais gerais, ambulatórios dentre outros.

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