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Comportamento Suicida e Atenção Primária à Saúde

A OMS [1] reconhece o suicídio como o ato de tirar a própria vida deliberadamente, tentativa de suicídio como a conduta suicida que não causou morte e ideação suicida os comportamentos que incluem pensar/planejar o ato suicida. Neste estudo optamos pelo termo “comportamento suicida” por este contemplar o fenômeno estudado em sua totalidade.
Comportamento Suicida e Atenção Primária à Saúde
Estima-se que a cada 45 segundos um suicídio ocorre em algum lugar do mundo. O Brasil está entre os dez países que registram os maiores números absolutos de suicídios.
O ato suicida é envolto por aspectos que denotam fragilidade e resulta em rótulos, estigmas e diversas formas de preconceitos que trazem graves consequências, tanto para a pessoa com comportamento suicida quanto para sua família. O comportamento suicida é um fenômeno complexo e multifatorial que pode incidir em todas as idades e ciclos vitais afetando intensamente a comunidade, família e amigos que também precisarão de ajuda para lidar com o sofrimento.
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Comportamento Suicida

Quanto à prevenção ao comportamento suicida, a Atenção Primária à Saúde (APS) é estratégica, ela deve ser o contato preferencial e centro de comunicação da Rede de Atenção à Saúde (RAS); sua proximidade e vínculo deveriam facilitar a identificação precoce de situações de vulnerabilidade e viabilizar intervenção da equipe multiprofissional em concepção ampliada e interagindo com os diferentes campos do conhecimento.

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