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Cateteres Periféricos: Novas Recomendações da ANVISA Garantem Segurança na Assistência

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) divulgou em 2017 uma série de publicações sobre Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde. Dentro do “Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde”. Há um capítulo especial sobre as recomendações para cateteres periféricos. Com informações práticas fundamentais para garantir a segurança do paciente.

As diretrizes envolvem sete tópicos: Higiene das mãos. Seleção do cateter e sítio de inserção. Preparo da pele. Estabilização. Coberturas. Flushing e manutenção do cateter periférico. Cuidados com o sítio de inserção e Remoção do cateter.

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Leia Mais: 

Recomendações para cateteres periféricos

Higiene das mãos

Seleção do cateter e sítio de inserção

Seleção do cateter e sítio de inserção em adultos

Preparo da pele

Estabilização

Coberturas

Flushing e manutenção do cateter periférico

Avaliação

Cuidados com o sítio de inserção

Dessa forma avaliar o sítio de inserção do cateter periférico e áreas adjacentes quanto à presença de rubor, edema e drenagem de secreções por inspeção visual e palpação sobre o curativo intacto e valorizar as queixas do paciente em relação a qualquer sinal de desconforto, como dor e parestesia. A frequência ideal de avaliação do sítio de inserção é a cada quatro horas ou conforme a criticidade do paciente. Pacientes de qualquer idade em terapia intensiva, por exemplo, sedados ou com déficit cognitivo: avaliar a cada 1 – 2 horas. Pacientes pediátricos: avaliar no mínimo duas vezes por turno. Pacientes em unidades de internação: avaliar uma vez por turno.

Remoção do cateter

Fontes: [1 [5]], [2 [6]]

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