15/01/2018

Avaliação da coordenação da atenção na perspectiva dos profissionais de saúde

Avaliar o atributo da “Coordenação da Atenção” sob a perspectiva dos profissionais de saúde.

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A Atenção Primária à Saúde (APS) é considerada como o principal eixo para organização do sistema de saúde. Tendo como perspectiva alcançar resultados equitativos em saúde com maior eficiência, efetividade e satisfação do usuário. No Brasil, é representada pela estratégia Saúde da Família (ESF). Porta de entrada preferencial, responsável pela coordenação e ordenação das linhas de cuidado. Pela integração da Rede de Atenção à Saúde e por transformar a realidade de um território definido. Com inclusão de ações e serviços que contemplem as situações de injustiças sociais e fortaleça a participação social.

Objetivo da Avaliação

Avaliar o atributo da “Coordenação da Atenção” sob a perspectiva dos profissionais de saúde. Metodologia: estudo descritivo transversal realizado com 82 profissionais da “Estratégia Saúde da Família” de uma Região Administrativa do Distrito Federal e foi utilizado como instrumento o Primary Care Assessment Tool . Resultados: os profissionais avaliam a coordenação da atenção positivamente. Porém, apontam fragilidades em relação aos serviços de referência que não disponibilizam informações úteis sobre o paciente encaminhado. Conclusão: esta pesquisa sugere que a continuidade da assistência ao paciente torna-se comprometida em decorrência da quebra na integração dos serviços. Sendo necessário buscar formas de melhorar a comunicação entre os diversos níveis de atenção.

Atenção Primária à Saúde

A capacidade do serviço de APS de integrar e assegurar a continuidade do cuidado ao indivíduo é conferido ao atributo da coordenação da atenção, que funciona como um instrumento de articulação e integração entre os vários sujeitos e instituições, necessitando que nos diversos níveis de atenção utilizem estratégias que potencialize um fluxo contínuo de diálogo, principalmente entre os profissionais. Assim, para colaborar com a minimização da fragmentação do cuidado e garantia da equidade do acesso é preciso melhorar a qualidade dos serviços, com fortalecimento da gestão da clínica, da organização/ampliação da oferta, dos fluxos e distribuição dos profissionais nos diversos níveis de atenção.




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